O Ministério Público de Santa Catarina finalizou suas investigações sobre a morte do cão Orelha, determinando que a causa não foi violência, mas sim uma condição de saúde preexistente. A decisão veio após uma análise detalhada de evidências, incluindo vídeos, laudos e quase dois mil arquivos.
Durante a investigação, o Ministério Público examinou minuciosamente uma grande quantidade de materiais, entre eles, vídeos que documentaram os últimos momentos do animal, além de laudos médicos que elucidaram a real causa da morte. Essa análise levou à conclusão de que a condição de saúde do cão foi determinante para o desfecho fatal.
O Ministério Público também destacou inconsistências na investigação conduzida pela polícia. As falhas identificadas nas etapas iniciais do processo contribuíram para a confusão em torno das circunstâncias da morte do cão, inicialmente atribuída a atos de agressão por adolescentes.
Com base nos resultados da investigação, o Ministério Público solicitou o arquivamento do caso. A decisão foi fundamentada na ausência de evidências concretas que sustentem a acusação de agressão, uma vez que a análise detalhada dos materiais indicou outra causa para o falecimento do animal.
A conclusão do Ministério Público encerra um caso que gerou ampla repercussão. A morte do cão Orelha, inicialmente interpretada como resultado de agressão, foi reavaliada à luz de novas evidências, destacando a importância de investigações minuciosas e imparciais para a correta administração da justiça.






