A advogada Patrícia Porpino Nunes trouxe à tona uma série de graves acusações contra o Tribunal de Justiça do Amapá, afirmando que a instituição teria realizado modificações indevidas em processos eletrônicos. Segundo ela, essas alterações visam permitir a cobrança de valores relacionados a uma reconvenção que já havia sido extinta desde 2019.
Patrícia Nunes acusa o tribunal de fraude processual, apontando que as irregularidades na tramitação do caso são evidentes e sustentadas por provas documentais. Esses documentos, segundo a advogada, foram extraídos diretamente dos autos eletrônicos, o que reforça a seriedade das alegações.
Além das acusações de fraude, Patrícia Nunes também menciona perseguição institucional e misoginia como parte dos problemas enfrentados no decorrer do processo. Ela destaca que essas questões têm impactado negativamente o andamento do caso, prejudicando o devido processo legal.
A advogada afirma estar em posse de provas que corroboram suas denúncias, todas extraídas dos próprios autos eletrônicos. Essas evidências, segundo ela, são fundamentais para demonstrar as irregularidades e a manipulação indevida dos processos por parte do Tribunal de Justiça do Amapá.
As acusações levantadas por Patrícia Porpino Nunes contra o Judiciário do Amapá são sérias e demandam uma investigação aprofundada. A advogada busca, com suas denúncias, expor as falhas e irregularidades, esperando que medidas adequadas sejam tomadas para assegurar a justiça e a transparência no andamento dos processos.
Fonte: juristas





